Espaço reaberto pós longo período aposentado. Este é um lugar onde paro para pensar o que vem à mente, sem arredondar. Já foi uma gaveta; já foi um tupperware, daqueles que a gente fecha bem as idéias e põe na geladeira, guardando o que queremos preparar mais para frente. É relevante, tem motivo de estar, mas não está pronto. Superficial. Superfácil, Só prefácio. Superfacial, está na cara, mas só ali (aqui). As vezes, até consigo enxergar a lua pela fresta do telhado.
Opção 1 - Senhor José Serra, o senhor nos daria a honra de tirarmos uma foto?
Opção 2 - Kasssaaaaabbbbb!!! Tira uma foto com a gente?
***(Não aconselho uma foto dessas sem ter certeza, mas disseram que o ideal é estufar as bochechas e/ou deixar os cabelos meio sobre os olhos. Se um dia precisar negar a foto, pode dizer que era um parente muito parecido com você.)
Para conseguir a atenção das garçonetes e garçons do buffet...
Opção A:
1 - Dê uma olhadinha fixa nos olhos dele (a) 2 - Levante as sobrancelhas 3 - Sorria delicadamente 4 - Delicie-se com comiditchas
Opção B:
Garçommmmmmm!
Melhor localização
Opção 1: Cerca de 2 metros do anfitrião, em uma rodinha discreta, porém envolvida com o evento
Faz muito tempo que não entro aqui. Minha rinite até atacou. Vendo este vídeo em stopmotion me deu vontade de compartilhar. É legal demais!
Quero um dia fazer algo em stopmotion, mesmo que curtinho... É interessante como o movimento inspira. E a controvérsia da graça vir do estado congelado. Além disso, a música e a letra são muito charmosas. Minha nota é 10.
E grifo o verso mais lindo pra mim... Her Morning Elegance Oren Lavie
Sun been down for days A pretty flower in a vase A slipper by the fireplace A cello lying in its case
Soon she's down the stairs Her morning elegance she wears The sound of water makes her dream Awoken by a cloud of steam She pours a daydream in a cup A spoon of sugar sweetens up
And she fights for her life as she puts on her coat And she fights for her life on the train She looks at the rain as it pours And she fights for her life as she goes in a store with a thought she has caught by a thread she pays for the bread and she goes… Nobody knows
Sun been down for days A winter melody she plays The thunder makes her contemplate She hears a noise behind the gate Perhaps a letter with a dove Perhaps a stranger she could love And she fights for her life as she puts on her coat And she fights for her life on the train She looks at the rain as it pours
And she fights for her life as she goes in a store with a thought she has caught by a thread she pays for the bread and she goes…
Nobody knows And she fights for her life as she puts on her coat And she fights for her life on the train She looks at the rain as it pours And she fights for her life as she goes in a store where the people are pleasantly strange and counting the change as she goes…
Eu te amo porque você é bonitão Eu te amo porque você é bonitão por dentro Eu te amo porque além de bonitão você calça 40 e então tá garantido que seus pés podem nos sustentar superbem.
Eu te amo porque você é quase decente (é que a pequena porcentagem de indecência localizada me agrada) Eu te amo porque você me esquenta o corpo e o coração e esfria antigas mágoas e decepções Eu te amo porque você traz pra perto o melhor de mim e espanta os piores fantasmas que me assombram
Eu te amo porque você deixa grandes os momentos pequenos e pequenos os que poderiam se tornar grandes e feios. Eu te amo porque você sabe medir tudo direitinho (exceto a quantidade de desinfetante do banheiro ou o sabão em pó do tanquinho)
Eu te amo e eu juro de coração, pois você topa ser um companheiro de aventuras. Eu te amo sim e até já te tatuei em mim. Eu te amo porque você sabe quem eu sou e mesmo sem manual você me desmonta e depois consegue colocar tudo no lugar. Eu te amo porque sim.
Vem aqui, deixa eu ouvir seu coração Quero acertar as batidas do meu no seu Quero calcular com quantos bits por minuto você vive Quero fechar os olhos e me perder na conta, quero não ter que contar nada mais
Quero contar tudo para você Quero contar segredos Quero contar historias Quero planejar castelos e derrubar tudo para no lugar erguermos uma casinha de sapê
Vem aqui, deixa eu ouvir seu coração Vou respirar bem devagar e expirar contigo Vou beijar seu peito com carinho e admirar você Vou contar todas as suas pintas e começar tudo de novo, quero contar sempre e mais
Vou querer ouvir tudo o que pensa Vou querer ler seus pensamentos Vou querer que me conte historias pra viver e pra dormir Vou querer apostar promessas valendo uma coca-cola para serem quebradas e substituirmos por juras de coração.
Um presente bem grande para uma criança bem pequena e bem pobre Uma rifa de quermesse premiada com o nome “Josileusa” Uma rosa selvagem no meio do acostamento daquela estrada movimentada Um mês de lavagem grátis do nada, quando abasteço no mesmo posto de sempre Um velhinho do asilo feliz no dia dos pais Uma visita de amigos inesperada naquela hora que você se sente só no mundo Uma cesta de doces da vó, no dia em que acabaram todos os chocolates da despensa Um Plantão do JN com Bonner e Fátima dizendo que o Brasil é líder no desenvolvimento social seguido da Paula Padrão dizendo que todas as bombas nucleares foram desmaterializadas do nada Bombons, sorvetes e camas quentihas emagrecedoras Um copo de água gelada depois de correr 20 minutos atrás do ultimo ônibus Um abraço de uma criancinha cheirosa sem pedir Sua mãe feliz dizendo que ganhará R$ 5mil para ficar em casa descansando e fazendo quitutes pro café da tarde Uma festa de aniversário surpresa com amigos de todas as épocas sorrindo pra você Férias remuneradas de dois meses após trabalho nos fins de semana e descanso nos chamados dias úteis :) Tudo isso seria muito bom, mas real e tão bom só minha vida depois da Elissa ficar 20 minutos na fila do banheiro da Cachaçaria.
Quando penso em você muda o dia. O céu nublado ganha sol e as flores murchas se abrem coloridas todas! Pensei um pouco se era certo te querer, mas não tive resposta, porque não se trata de ser certo ou errado, mas se você é digno ou não do meu amor (já tão grande) por você. Pois é, vai saber... é que quando encosto no teu peito tudo se confunde e eu fico boba, meio semidebilmental. Vamos então soltar o varal de cordinhas sem nós intermediários. Vamos descer a ladeira de carrinho de rolimã sem freio. Vambora, como você diria, vamos parar de babis-blow. Que onda, gatão! É isso aí, velho. Sem medo. O que sinto é massa, é cabuloso. Conto alguns detalhes só pros brothers, o resto é segredo nosso. Baccios. E vem logo me ver.
Plantar uma semente, plantar uma muda, plantar uma árvore. Plantar pequenas e grandes idéias, plantar gestos de bondade, de solidariedade. Plantar o presente e o futuro. Plantar sentimentos, plantar o bem. Já fez sua parte?
23.9.09
Maria-sem-vergonha corre atrás do homem que quer Maria-sem-vergonha dorme querendo ser acordada de madrugada com ligações e sms Maria-sem-vergonha sou eu, é você, é toda aquela que sonha com Brilho nos olhos Alma voadora Saia curta, decote e perfume forte (nem todos de uma vez só)
Maria-sem-vergonha é antiga e é moderna Maria-sem-vergonha lava, passa cozinha e quer ter aula de striptease Maria-sem-vergonha somos nós todas que queremos Fins de semanas infinitos Cinema com pipoca Barba mal feita, abraço espremido e sussurro no ouvido (nem todos de uma vez só)
Vai Maria-sem-vergonha, corre, estica, puxa, dá uma cambalhota e seja mais feliz!
“Sou uma mulher madura Que às vezes anda de balanço Sou uma criança insegura Que às vezes usa salto alto Sou uma mulher que balança Sou uma criança que atura”. (Martha Medeiros)
“Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz”. (Platão)
“Tenho a impressão de ter sido uma criança brincando à beira-mar, divertindo-me em descobrir uma pedrinha mais lisa ou uma concha mais bonita que as outras, enquanto o imenso oceano da verdade continua misterioso diante de meus olhos”. (Isaac Newton)
“As mulheres permanecem sempre crianças que vivem à espera de algo”. (Oscar Wilde)
“Crianças gostam de fazer perguntas sobre tudo. Mas nem todas as respostas cabem num adulto”. (Arnaldo Antunes)
É estranho e arriscado dizer, mas outro dia o descrevi em um papel. Um papel não, uma lista ordenada em um papel. Uma lista ordenada e desacreditada em um papel. Uma lista pra Deus, uma lista que parecia de supermercado, mas impossível de se encontrar o que ali está descrito em qualquer esquina, ou mesmo na esquina mais famosa e glamourosa da Champs-Élysées, por exemplo.
É estranho, é arriscado dizer, mas digo que outro dia o descrevi em um papel porque é a primeira vez que encontro minha lista andando, comendo, falando, sorrindo e piscando os olhos com força. (É bem possível que este seja mais um texto romântico e se esvaia pela rede em algum tempo, transformando as palavras, linhas e parágrafos em pixels sem sentido, mas pode ser que não.) Pode ser que realmente minha lista ordenada e desacreditada tenha tomado vida e esteja respirando perto de mim. Se isso for verdade eu entenderei várias coisas sem sentido e, enfim, conseguirei tomar coragem para voar. Se isso acontecer, passarei a acreditar em cachorros falantes, casas voadoras e promessas de coração.
O caminho foi todo uma delícia, mas quando chegamos no topo a sensação foi de profunda admiração por toda aquela visão, que queria alcançar além do que os olhos viam. Uma paz incrível tomou conta de cada uma de nós e nossos pulmões se inflaram com liberdade. Depois de curtir um silêncio cheio de conteúdo e pensamentos maravilhados, caminhamos, corremos, escalamos, cantamos, gritamos. O vento brincou e levou pra longe o stress e o cansaço, o sol derreteu todos os maus pensamentos.
Eu, que já me senti como peixe, agora vou realmente voar. E lá vi três tipos de vôo. Um de asa delta, outro de parapente, e um rodopio apaixonado de um casal. Quero experimentar todos eles.
A primeira vez que ouvi esta música e a traduzi, achei fantástica. E continuo achando. Você que está lendo, provavelmente não vai entender, vai achar exagero. É que eu sinto ela fazer o sangue circular mais triste e ao mesmo tempo mais firme nas veias. Adoro palavas fortes... e ela traz algumas bem colocadas, dispostas, em posição perfeita. O shuffle a sorteou aqui no meu Media Player agora e, sem brincadeira, fazia uns 5 anos que não a ouvia. Foi bom.
Queria ter o final da tarde de hoje livre para mim. Para eu tirar os sapatos e andar descalça, sentindo a areia no meio dos dedos e as pedrinhas na curva dos pés. Se eu tivesse o fim da tarde todo para mim, poderia ter ido procurar uma vitória-régia e me sentado perto dela, para ficar aguardando em silêncio o desabrochar de uma flor. Nessa deliciosa espera, eu contemplaria o sol se pondo, agradeceria os momentos bons do dia e, quem sabe, colocaria os pés na água. Sem saber se era o primeiro ou o segundo dia de vida da flor, faria um jogo no qual ela me responderia se você é ou não uma pessoa especial. Se sim, a flor seria branca, se não, rosada. E eu esperaria os poucos minutos ansiosa, com a recompensa de que - de qualquer forma - sentiria um suave perfume adocicado no ar. De quebra, ainda veria a lua brilhante no céu.
(Hoje me apaixonei pela vitória-régia e descobri que ela pode chegar a até 2m de diâmetro; que sua folha adulta pode agüentar até 40kg sobre ela e que suas flores mudam de cor, de acordo com o primeiro e segundo desabrochar. Não é a toa que uma das lendas folclóricas mais bonitas é a dessa bela planta aquática amazônica.)
Não tinha o hábito de usar despertador, pois acordar cedo era uma rotina de sempre. Levantava-se antes do sol e todos os dias o via subir por detrás do mar. Os primeiros raios da manhã davam a impressão de o mar estar alaranjado e cristalizado. Aquele mar calmo e seguro, que há tantos anos o abrigava.
Era um velho marinheiro da marinha mercante, conhecia vários barcos e navios de carga, e por isso também vários países, vários lugares. É claro que preferia o convés à casa de máquinas e como já estava com a idade avançada tinha um certo privilégio de livre arbítrio. Já não obedecia a regras, fazia o que tinha vontade. Era praticamente um passageiro-morador daquela embarcação e se orgulhava em ter conquistado esse status à base de muito trabalho, coleguismo e respeito.
À noite, contava histórias e estórias aos novatos e dizia que cada estrela era uma mulher que olhava pelos homens do alto, pois não os podiam ter. Como era injusto tanta mulher no céu e a ausência delas consentida no mar! Era verdade que nunca havia se casado, mas mentira dizer que não tinha vivido grandes amores. Pros mais chegados, contava suas aventuras, encantos e desencantos.
E como ia dizendo antes, cada novo dia parecia o mesmo. Levantava da cama, lavava o rosto, escovava os dentes, bebia o que tivesse e comia uma fatia de pão de forma com manteiga de garrafa. Uma vez por semana dava para comprar frutas e o desjejum era, portanto, mais saboroso. Mas no dia-a-dia era só isso mesmo: pão de forma com manteiga de garrafa e um pingado ou café preto, ou chá mate. Pegava a caneca e, no convés, via a lua dar lugar ao sol, e admirava o alaranjado no mar.
Um dia, quando a embarcação aportou logo cedo, resolveu dar uma caminhada. Era grande a carga que seria deixada no porto e a tripulação garantiu que em menos de cinco horas não terminariam o trabalho. Calçou o par de sapatos, desceu do barco e escolheu aleatoriamente o rumo. Seguiu pela direita, à beira mar e foi reparando em tudo que sua visão e mente podiam captar. Um casal de jovens namorados trocavam carinhos em frente a uma lanchonete, uma senhor de meia idade comprava jornal em uma banca cheia de penduricalhos, um moço triste caminhava ao lado de um cachorro sujo e magro. Passou também por um grupo de amigas alegres que tinham cestos de roupas nas mãos e por guardas que faziam ronda no local.
Já a uns quilômetros do barco viu um banco de madeira próximo a uma saída para a praia. Sentou ali e ficou admirando a paisagem. Um vento fresco bateu em seu chapéu e quase o fez voar. Nessa hora, um vendedor de doces sentou ao seu lado e perguntou: “Nunca o vi por aqui, está a passeio?”. O velho marinheiro respondeu que vivia no mar e apontou ao longe a embarcação, “Está vendo aquele barco grande, com alguns homens trabalhando? É minha casa”.
Conversaram sobre coisas bobas e o vendedor se foi. O velho sorriu e agradeceu a prosa. Mal estava sozinho, sentiu um calafrio e uma linda gaivota passou em sua frente e voou como que em direção do sol. Seus olhos brilharam como o alaranjado das manhãs do mar e se fecharam com delicadeza. Quando os abriu de novo, sobrevoava o mar.
Quanto custa um cachorro quente, quanto custa uma TV de LCD, quanto custa um carro, quanto custa?
Tudo tem um preço, mas nem tudo tem valor. O cachorro quente depois de um dia todo sem comer nada, uma TV de LCD comprada com a vaquinha de um grupo de amigos pra dar de presente de casamento, um carro quitado com várias prestações que apertavam meses o orçamento, isso sim tem valor.
Tem mais valor a carta que o selo, o papel e o envelope. Tem mais valor a bandeja de decoupage feita com carinho que os whiskys Blue Label sobre ela. Tem mais valor o som doce da voz da mãe à distância, que o celular com Bluetooth. Tem muito mais valor as cenas fotografadas e as viagens compartilhadas com amigos que a máquina fotográfica e as passagens aéreas.
Viver é um ato com preço inestimável, mas só consegue desfrutar com sabedoria aquele dá valor para às devidas coisas, que são, claro, as que ficam nas entrelinhas, escondidinhas, aquelas que dificilmente você vê explícitas mais de uma ou duas vezes por dia. E como o valor das coisas depende dos olhos de quem as vê, é aí que mora o perigo...
Deus pôs a gente na Terra e nos deu uma placa de “Atenção”, mas não explicou direitinho com o quê se deve temer. Eu acho que são com os falsos valores. Eles deturpam o que vemos, nos fazem ouvir os que não valem a pena, nos deleitamos com sabores errados, confundimos cheiros desagradáveis com boas fragrâncias, tocamos o que não devemos ou o que não é nosso. Valores errados estragam os sentidos, e o sentido de todas as coisas.
...E viver tem que ter sentido e tem que ser intensamente de verdade. Penso assim porque quando eu morrer eu quero chegar lá sorrindo.
Isto não é um post, é um conselho precioso. Se não quiser pagar R$ 50 por ele, não leia.
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Não importa se você é inteligente e não é trouxa, se você for boazinha, você vai se %$#@%$. Não importa que seja intensa, picante, talvez um pouco sarcástica ou se ache perspicaz: se você for boazinha, você está condenada. Então, em doses homeopáticas vá à farmácia mais próxima e compre um placebo qualquer, só pra fingir que não é mais romântica, que não acredita em ninguém, que não chora em comédias românticas onde as boazinhas, que se %$#@%$ o filme inteiro, acabam felizes. E é como eu já disse outro dia... fingindo que não é boazinha, uma hora você acaba acreditando. Veja bem, vai dar tudo certo. E pára de querer achar o cara certo, vai ver o certo é o errado! E se um bonzinho aparecer não se iluda. Eles existem tanto quanto duendes e coelhinhos da Páscoa. (E agora entendi porque ainda não saí da comunidade “Eu acredito em Papai Noel”. Vou aumentar a minha dose de placebo)
Vasculhando meu note achei coisas que até Deus duvida! Músicas, textos, e-mails e fotos, muitas fotos, na minha pasta “800mil_imagens”. Isso porque eu estou para receber cerca de 1,5 ano de fotos em um DVD. Meu Deus! Quantas histórias e quantas estórias pelo caminho. A serenata que sempre quis e nunca ganhei, a serenata que quase deu certo, as flores que recebi, declarações em diversos lugares lindos e outros nem tanto. Os amores que vivi, separados por subpastas. Os amigos que estão por perto, os que estão longe, os que ficaram pra trás. Festas absurdas, baladas péssimas, rs, outras ótimas, churrascos inesquecíveis, viagens idem. Os locais que visitei, bares onde bebi, casa da avó, de amigos, ruas de sempre e de nunca mais (talvez). Muitas pessoas e muitas fases. E eu meio menina, meio mulher. Ufa! Como é bom viver.