13.11.07

Com dois finais

- dizem que vivemos reescrevendo nossa história... eu reescrevo este post de março, mas com um final novembro...


Não há cura para o nascimento e a morte, a não ser usufruir o intervalo (George Santayana)


I want so much to open your eyes
´Cause I need you to look into mine


Este verso é, sem dúvida, o mais bonito da minha trilha sonora do último carnaval, a “Open your eyes”, do Snow Patrol. Apesar de ela estar virando modinha – e isso muito me irritar – continuo ouvindo e me sentindo muito bem. Outro dia viajei na letra e, hoje, apenas neste verso.

Uma das coisas mais deliciosas, que une o melhor das sensações emocionais e físicas, é o abrir dos olhos após um beijo. Não um beijo qualquer. Mas um beijo demorado, longo, apaixonado e, claro, firme. Nada daquela coisa morna, como muitos apertos de mão que não envolvem as duas participantes e, pior, quase não se sentem os dedos do outro, de tão leve e inexpressivo. Quase fingido.

1 - Queria que uma barreira invisível, mas altamente real, não me circundasse mais e eu conseguisse sentir essa sensação novamente: da completude ao open my eyes. But, now, I can’t to look to anyone. Not cause I´m alone, but cause I can’t open my heart. (março 2007)

Enquanto isso, o intervalo é menos saboroso.

2 - Queria que uma barreira invisível, mas altamente real, não circundasse aquele que eu escolhi para sentir essa sensação novamente: da completude ao open my eyes. Now, I can’t look to him. The guy that I want can’t open his heart. (novembro 2007)

Enquanto isso, o intervalo é menos saboroso.

2 comentários:

Bru disse...

num consegui decidir o que é pior...

cannot opne my or his heart...

deu uma cara boa pra musica que começou a me irritar de tanto que toca rs

Thais França disse...

nem fale e pior, toca mix!